segunda-feira, 28 de abril de 2008

Retórica d`uma Essência


Quanta Essência
Gota d´água da minha espera
Ama,
Sofre.
Essência invisível do espaço do adeus
Enfeita a imagem do ser.
Longo,
vázio.
Tira a Essência
Salva o naufrago
o rosto,
o gosto.
Como nunca mais, pensa
Borda a Essência,
eterna,
calma.
Vai ver, sua Essência, sem essência
Essência funda, afunda, inunda.
a subessenciarização
dorme,
longe.
Individuo, maravilha sem Essência
imortal,
banal.
Distribui segredos
Essênciar
Humanizar a alma
Sentimento de resto
Esquece-o-u-resto
Gota Essência
Dissipa a perda
da presa Essência.
Por: Ana Carolina Guimarães
Existem coisas que jamais deixam de ser belas, em nosso pequeno universo. Palavras escritas na primeira infância são assim.

Um comentário:

Carla Borges disse...

Que lindo, Ana.
Não sabia que você também faz poesia, além de tanta coisa.
Vá em frente.
Beijos,